Começámos, no Eixample, ainda cedo. Metemo-nos no metro até ao ex libris da cidade, a obra-prima de Gaudi, Templo Expiatorio de la Sagrada Familia. Sentimos a primeira lufada de ar, empestada pelas pessoas que se movem aos milhares no metro.
Quando saímos para o exterior, uma muralha de betão com as mais diversas figuras estendia-se à nossa frente. Torres que se elevam até aos céus, criaturas fantásticas que parece saíram das malhas em que se encontravam presas, um sem número de figuras da natureza que se encostam ao betão. São símbolos, crenças, sonhos, que os seus criadores quiseram deixar marcados nas paredes deste templo.
